sábado, 29 de outubro de 2011

O QUE FAZER NESSA SITUAÇÃO TIRAR OU MANTER

Posted: 28 Oct 2011 01:07 PM PDT
A assessoria de imprensa da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) afirmou nesta sexta-feira (28) que o reitor João Grandino Rodas não tem competência para ordenar a retirada da Polícia Militar da Cidade Universitária, no bairro Butantãzona oeste de São Paulo.
A exigência da saída da PM é a principal reivindicação dos estudantes que invadiram o prédio da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) na noite da quinta-feira (27).
Segundo a assessoria, a decisão de firmar um convênio com a PM para aumentar o policiamento no campus foi tomada pelo Conselho Gestor da USP, presidido pelo diretor de uma das unidades e composto por representantes de todas as unidades presentes no espaço, além de representantes de professores, funcionários e estudantes.
Em maio, membros do conselho pediram a nova medida como reação à morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, ocorrida na noite de 18 de maio. O jovem foi baleado quando se aproximava de seu carro em um estacionamento da Faculdade de Economia e Administração (FEA). Dois homens presos pelo crime foram indiciados por latrocínio.
A decisão do conselho foi aprovada por ampla maioria, com apenas um voto em contra, o do representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE).
Ainda de acordo com a assessoria, a reitoria não decidiu a estratégia para lidar com a ocupação dos estudantes. Mas a decisão de pedir ou não na Justiça a reintegração de posse do prédio administrativo da FFLCH, segundo a assessoria, compete à diretora da unidade, Sandra Margarida Nitrini.
Fonte: G1
Posted: 28 Oct 2011 01:03 PM PDT
Os mais de 200 alunos que invadiram o prédio da diretoria e administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da Universidade de São Paulo (USP), na noite desta quinta, 27, dizem que só sairão do local após a revogação do convênio da universidade com a Polícia Militar.
A informação foi repassada em nota pelo grupo na manhã desta sexta-feira, 28. De acordo com informações do Sindicato dos trabalhadores da USP (Sintusp), que apoia a reivindicação dos alunos, uma assembleia está marcada para às 18 horas desta sexta, no local, para decidir o rumo da manifestação. Os alunos colocaram blocos de concreto na rua em frente para impedir o fluxo de carros. Faixas de pano e cartazes dizem “Fora Rodas, Fora PM,” “Datena bandido”, “PMídia” e “Os policias não são trabalhadores, são os braços armados dos exploradores”.
A reitoria da USP informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não prevê ação para a retirada dos alunos que ocupam o prédio administrativo da Faculdade de Filosofia (FFLCH), seja por pedido à Justiça ou fazendo a saída negociada dos alunos. A assessoria informou que a desocupação do prédio tem que nascer de pedido da diretoria da própria FFLCH.
O Centro Acadêmico Visconde de Cairu, entidade que representa os alunos da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, divulgou nota sobre a presença da PM no campus do guia do Butantã. Eles são a favor, mas dizem que “é preciso lamentar o ocorrido na última quinta-feira. De certa forma, fica nítido que tanto estudantes quanto policiais se exaltaram”.
Fonte: Agência Estado
Posted: 28 Oct 2011 01:00 PM PDT
Seis veículos das polícias Civil e Militar foram danificados durante a manifestação ocorrida dentro da Universidade de São Paulo (USP) na noite desta quinta-feira (27), de acordo com o boletim de ocorrência registrado na Central de Flagrantes da 3ª Seccional. Os alunos invadiram o prédio da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) após confronto com a PM.
O conflito teve início após a prisão de três estudantes que portavam maconha no campus da universidade, no bairro Butantã. Os alunos foram detidos por volta das 19h por policiais militares. Segundo a PM, eles estavam próximos a um carro, onde foi encontrada uma porção da droga. No momento em que os policiais foram levar o trio para o 91º DP, onde a ocorrência seria registrada, estudantes das faculdades os impediram. Os três, então, foram levados pelos colegas até um dos prédios.
Quando finalmente os alunos eram conduzidos para a delegacia, os estudantes cercaram o carro da Polícia Civil. Houve bate-boca. Alunos jogaram um cavalete de trânsito em cima dos policiais, que reagiram com golpes de cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo. Estudantes começaram, então, a jogar pedras e dar chutes nos PMs. Carros da corporação e de estudantes foram atingidos.
O delegado José Carlos Gambarini, da Central de Flagrantes da 3ª Seccional, informou que vai instaurar inquérito para identificar os responsáveis por depredar o carro da Polícia Civil – os outros cinco eram da Polícia Militar. “Vamos buscar fotos e identificar os responsáveis para que eles respondam por danos ao patrimônio público”, disse o delegado.
Fonte: G1
Posted: 28 Oct 2011 12:57 PM PDT
Centenas de alunos fizeram um protesto em frente a um dos prédios da Faculdade de Filosofia, História e Geografia da Universidade de São Paulo (USP) contra a prisão de três estudantes que portavam maconha no campus da universidade na noite desta quinta-feira (27). Os alunos foram detidos por volta das 19h por policiais militares. Segundo a PM, eles estavam próximos a um carro, onde foi encontrada uma porção da droga.
No momento em que os policiais foram levar o trio para o 91º DP, onde a ocorrência será registrada, estudantes das faculdades os impediram. O trio, então, foi levado pelos colegas até um dos prédios. Os policiais foram impedidos pelos manifestantes de entrar no local. Dezenas de carros da PM foram enviadas ao local.
O impasse perdurou até as 21h40 desta quinta, quando os alunos foram levados para a delegacia. Segundo alunos ouvidos pelo site G1, um dos problemas foi a apreensão dos RGs do trio.
Convênio
No último dia 8 de setembro, representantes da USP e do comando da Polícia Militar formalizaram um convênio, de cinco anos, para aumentar a segurança na Cidade Universitária, no guia Butantã, na Zona Oeste de São Paulo. Firmaram o documento Antonio Ferreira Pinto, secretário estadual da Segurança Pública, o coronel Álvaro Batista Camilo, comandante do policiamento do estado, e o professor João Grandino Rodas, reitor da USP.
Na prática, com o convênio, haveria um aumento do efetivo que atua no campus da USP desde a morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, que ocorreu na noite do dia 18 de maio. O jovem foi baleado quando se aproximava de seu carro em um estacionamento da Faculdade de Economia e Administração (FEA). Dois homens presos pelo crime foram indiciados por latrocínio.
Na ocasião, o reitor da USP disse que o objetivo de manter policiais militares no campus não é o de coibir manifestações por parte dos alunos e funcionários. “As manifestações são parte da democracia. Elas não serão impedidas”, afirmou, na época.
Fonte: G1

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